Guia de homologação no México para dispositivos Android: do IFT à CRT
Guia para planejar a certificação de celulares, tablets e dispositivos conectados Android no México. Última verificação em fontes oficiais: 2026-08-12. Antes do embarque, confirme o procedimento definitivo com a autoridade, o requerente local, o laboratório ou o importador.
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Como o México estrutura a homologação após a transição do IFT para a CRT
O México substituiu seu regulador de telecomunicações mantendo a lógica de evidências com base na qual os programas de dispositivos planejam. A Lei Federal de Telecomunicações e Radiodifusão promulgada em julho de 2025 extinguiu o IFT — formalmente encerrado em 17 de outubro de 2025 — e dividiu suas funções entre a ATDT, a agência de transformação digital que define as políticas, e a CRT (Comisión Reguladora de Telecomunicaciones), o regulador técnico que agora emite os Certificados de Homologação. O conjunto de instrumentos permanece: as normas NOM, as disposiciones técnicas e os lineamientos de homologação, cujas vias normalmente discutidas como Type A e Type B continuam distinguindo relatórios de laboratórios reconhecidos, confrontados com disposições técnicas publicadas, das vias por parecer de especialista quando nenhuma disposição padrão se aplica. O que muda é administrativo: nomes de órgãos emissores, portais e formatos de número de certificado estão sendo reeditados sob diretrizes da CRT; portanto, confirme os nomes atuais dos procedimentos antes de protocolar, em vez de confiar em uma descrição de processo desatualizada. O panorama regional mais amplo, incluindo como um processo se encaixa em uma implantação multipaís, está em programas de dispositivos na América Latina.
O que este guia é — e o que não é
Este guia ajuda compradores a preparar o briefing do dispositivo antes do início do processo formal de aprovação. Não constitui assessoria jurídica, protocolo perante a autoridade nem promessa de aprovação. O resultado útil é um pacote de evidências que vincula o modelo ao mercado: modelo exato, rádios, relatórios de ensaio, titular do certificado, papel do importador, rótulos, manuais e limitações conhecidas.
Ponto de verificação oficial da CRT
A referência histórica deste guia é o antigo portal de homologação do IFT, que documentava requisitos, confirmação de certificados, organismos acreditados e laboratórios reconhecidos; a competência sobre a homologação agora pertence à CRT, e os protocolos devem ser dirigidos ao ambiente de serviços da CRT vigente no momento da submissão. Use os textos das normas NOM aplicáveis como ponto de verificação das evidências de que o modelo Android realmente precisa e reconfirme os nomes do portal e do órgão emissor perto do protocolo — as orientações procedimentais da CRT ainda estão sendo publicadas durante a transição, incluindo um novo formato de numeração de certificados.
| Ponto de verificação oficial | O que verificar | Por que isso importa |
|---|---|---|
| Orientações de homologação da CRT | Ambiente de protocolo vigente da CRT, nomes dos procedimentos e formato do certificado (sucessor do portal do IFT) | Identifica a via oficial para equipamentos de telecomunicações e radiodifusão após a transição de 2025. |
| Normas NOM e disposiciones técnicas | Normas NOM aplicáveis e disposições técnicas herdadas para o produto | Determina quais evidências de ensaio se aplicam ao modelo Android. |
| Lineamientos de homologação | Lineamientos vigentes e premissas das vias Type A / Type B conforme mantidos pela CRT | Ajuda a definir se são aplicáveis disposições técnicas padrão ou pareceres de especialistas. |
Mapa do processo de homologação da CRT
No México, a sequência costuma depender da classificação: depois de acordado o mapa de normas do modelo, a coleta de evidências, a submissão e a confirmação do certificado seguem uma trajetória relativamente linear. As linhas abaixo mostram onde um programa de dispositivos mais costuma perder tempo: normas não mapeadas, relatórios de laboratórios não reconhecidos e identidade do modelo inconsistente entre documentos.
| Etapa | Evidências a preparar | Suporte da Vantora |
|---|---|---|
| Classificar a via de homologação | Modelo, rádios, normas, NOM e disposições técnicas herdadas e uso pretendido | Preparar o mapa de requisitos e registrar questões normativas ainda não resolvidas. |
| Reunir as evidências de ensaio | Relatórios de laboratórios reconhecidos, documentação técnica, fotos, manuais e dados do requerente | Montar a lista de evidências para o titular do certificado ou representante local. |
| Submeter a solicitação de homologação | Formulários de solicitação, titular do certificado, pareceres técnicos, quando necessários, e identidade do modelo | Alinhar a especificação da configuração e o estado do rótulo ao modelo submetido. |
| Confirmar a correspondência entre certificado e remessa | Número do certificado, correspondência de modelo/variante, rótulo e documentação de importação | Registrar a vinculação do certificado ao modelo antes de preparar o lote. |
Considerações sobre espectro e rede
As operadoras mexicanas mantêm redes 4G LTE amplamente difundidas, e o serviço 5G foi implantado nas principais áreas urbanas, com cobertura e uso de espectro variando por operadora e região. A adequação de bandas é responsabilidade do comprador no momento da seleção do modelo: uma variante homologada com a configuração de rádio errada para a região da implantação continua sendo o dispositivo errado. Verifique a variante pré-selecionada em relação às informações de dispositivos e cobertura publicadas pelas operadoras e confirme as referências vigentes de espectro e homologação no ambiente de serviços da CRT — o antigo site do IFT continua útil para disposiciones técnicas arquivadas — antes de congelar o modelo.
Faixas de planejamento e pontos de controle de custos
Use apenas como indicação: laboratórios e representantes locais costumam informar prazos de homologação no México de aproximadamente três a dez semanas, dependendo de ser aplicável a via padrão ou uma via com parecer de especialista e de o dossiê estar completo desde o primeiro dia. Os custos de terceiros variam na mesma proporção, conforme o escopo dos ensaios e o organismo de certificação envolvido. Antes da cotação, confirme as tabelas de preços e os prazos de serviço vigentes com a autoridade e o organismo de certificação escolhido. As faixas apresentadas aqui servem para dimensionar o programa, não constituem compromissos.
| Item de planejamento | Premissa típica a confirmar | Risco se for ignorado |
|---|---|---|
| Prazo | Laboratórios costumam informar aproximadamente 3–10 semanas, conforme a via Type A / Type B e a integridade das evidências; confirme após a classificação | Uma via Type B ou evidências incompletas podem prolongar o cronograma. |
| Custo | No momento da submissão, confirme os custos de laboratório acreditado, organismo de certificação, especialista, requerente local e autoridade | As taxas variam conforme o escopo do produto e as evidências já disponíveis. |
| Identidade do modelo | Mantenha marca, modelo, variante e configuração de rádio consistentes entre relatórios, rótulos e faturas | Nomes de modelo divergentes podem impedir o uso do certificado ou a análise da remessa. |
Como a Vantora prepara o dossiê do dispositivo
A Vantora não substitui o requerente local, a autoridade, o importador nem o laboratório acreditado. Ajudamos a preparar as evidências da configuração de que essas partes precisam: modelo/variante, lista de rádios, observação sobre sistema operacional (OS) e firmware, estado dos aplicativos e das políticas, fotos, premissas de rotulagem/embalagem, resultado da aceitação das amostras e limitações conhecidas. O mesmo dossiê alimenta os ensaios específicos do mercado e as análises aduaneiras ou de liberação da remessa. A capacidade por trás disso, incluindo a coordenação de laboratórios, titulares do certificado e papéis de importador, está descrita em testes e certificação.
Use este modelo para registrar as premissas de modelo, sistema operacional (OS), rádio, aplicativos, políticas, embalagem e mercado-alvo.
Use-a para informar dependências ainda não resolvidas relacionadas à autoridade, ao importador, à operadora, ao OEM ou ao laboratório antes da produção.
O restante da série de certificação
Programas de dispositivos raramente param em um único mercado, e o sequenciamento entre mercados costuma ser o que define o cronograma: aprovações que podem correr em paralelo, evidências que podem ser reaproveitadas entre protocolos e o mercado cujo prazo determina a data de embarque. Os guias complementares cobrem homologação da ANATEL no Brasil, aprovação de tipo da TDRA nos UAE, aprovação CST e SASO na Arábia Saudita, aprovação de tipo da NTRA no Egito, certificação SDPPI na Indonésia. Leia-os em conjunto quando uma mesma configuração se destina a mais de um mercado — identidade do modelo, lista de rádios, arte do rótulo e relatórios de ensaio são, em grande medida, insumos compartilhados, enquanto o requerente, o titular do certificado e o representante local geralmente não são, e é esse segundo conjunto que determina quem pode protocolar. Quando a mesma configuração atende a vários mercados, registre a união dos requisitos deles na especificação de configuração do dispositivo e mantenha as questões de mercado não resolvidas na biblioteca de limitações conhecidas, em vez de resolvê-las de forma otimista no momento da cotação.
| Mercado | Autoridade | Guia |
|---|---|---|
| Brasil | ANATEL | homologação da ANATEL no Brasil |
| UAE | TDRA | aprovação de tipo da TDRA nos UAE |
| Arábia Saudita | CST | aprovação CST e SASO na Arábia Saudita |
| Egito | NTRA | aprovação de tipo da NTRA no Egito |
| Indonésia | SDPPI | certificação SDPPI na Indonésia |
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre as vias de homologação Type A e Type B no México?
Nos lineamientos de homologação, a via normalmente denominada Type A se aplica quando disposições técnicas padrão abrangem o produto e relatórios de laboratórios reconhecidos podem comprovar a conformidade. Já uma via do tipo Type B pode envolver pareceres de especialistas quando nenhuma disposição padrão é adequada. Consulte o texto vigente dos lineamientos antes de presumir qualquer uma das vias: a classificação determina prazo, custo e evidências.
Qual norma NOM se aplica a um celular ou tablet Android no México?
Depende das tecnologias de rádio e do escopo do produto: as normas NOM e disposições técnicas do IFT aplicáveis são definidas para cada produto. Mapeie-as durante a classificação com o organismo de certificação e registre as questões pendentes no histórico de limitações conhecidas, em vez de fazer suposições.
O IFT ainda é a autoridade responsável pela homologação?
Não. O IFT foi extinto em 17 de outubro de 2025 pela lei de telecomunicações de julho de 2025; suas funções regulatórias passaram à CRT (Comisión Reguladora de Telecomunicaciones), que opera sob a ATDT. A CRT agora emite os Certificados de Homologação, e os certificados emitidos pelo IFT permanecem válidos até o vencimento neles indicado. Verifique o sistema de protocolo vigente e o formato do número de certificado no início do projeto e novamente logo antes da submissão — as orientações procedimentais da CRT ainda estão sendo concluídas.
A Vantora pode obter diretamente a certificação no México?
A Vantora apoia a preparação do dossiê técnico — evidências do modelo e da variante, lista de rádios, fotos, premissas de rotulagem, resultados da aceitação das amostras e limitações conhecidas — e coordena o trabalho com o requerente local, laboratório, importador ou parceiro adequado. O titular do certificado e a via de protocolo dependem do mercado-alvo e da estrutura do projeto.
Um certificado pode abranger futuras variantes do dispositivo?
Não presuma que sim. Alterações de variante, firmware, rádio, rótulo, marca ou hardware podem exigir análise, atualização ou um novo protocolo, conforme a autoridade e o escopo do produto. Trate cada alteração como uma questão de certificação até receber confirmação.
Conte seu fluxo de trabalho e suas regras.
Transformamos requisitos em dispositivos prontos para implantação.